E um dia…

Bom, um dia… O que poderei te dizer? Que eu não pensava em você? Mentira. Que eu desabafei? Não de verdade. Que eu criei coragem? Ainda não. Eu só escrevi, o que não é nenhuma novidade, nem pra você, nem pra mim. O bom é que você me trás inspiração. Algum outro ponto positivo de você estar longe? Eu não conheço. Eis aqui mais uma de minhas ideias geniais. Eu escrevi pra mim, não mais pra você, escrevi o que eu sou nesse momento, quero dizer, naquele momento. Já deviam ser pra mais de duas e meia da manhã e eu pensando em você. De repente me surgiu tal frase na minha cabeça: “Eu sou como um jornal”. E foi realmente dai que eu comecei a me ocupar no meio da madrugada, dai que minha nova teoria e minha frase começaram a crescer, tal como aquela paixão louca que existe aqui dentro de mim. Mas será mesmo que essa minha teoria de fundamento e origem do meu ser é convincente pra alguém nesse mundo, nessa vida cheia de poetas e filósofos?

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